sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

orquídea

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jeito de falar

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Amor canção

visualizei teu amares
percorrí o teu viver
amei-te cavaquinho
como é lindo ter você


presa nesses meus amores
sussurando nossas dores
eu espinho, você flores
minha sina, meu amanhecer


e te encanto, oh maresia
como é belo anoitecer
murmurando o teu nome
em teus braços, meu morrer


minha princesa, minha amáda
revivo o teu prazer
se for prá morrer de amores
que eu renasça em teu querer


esse bem que mal me faz
essa mal que me quer bem
sejas sempre minha rosa
minha fauna, minha flora


chega perto vem, vem, vem

se entregar aos meus carinhos
coração já deu aviso:
sou de você e de mais ninguém.


Sergio, Beija-flor-poeta

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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Olhos de crianças



essa felicidade escondida

explicitamente no sorriso

de quem ainda respira o ser criança,

cheio de esperança de que o mundo

não se acabará numa guerra atômica,

mas no possível caso de amor

entre chineses, russos, americanos,

iranianos, gregos e troianos

não se trata de poligamia atômica,

trata-se de amor humano
acontecido, não por engano,
mas por um mundo melhor.


Sergio, beija-flor-poeta
poesia comentário feito para o grupo Tina-Thor

Cálice de flores



se andas
tão faminta
então sacia
tua fome em mim
não quero ter cuidado
oh felicia
quero mais
é ser ser devorado
morto nos teus beijos
afogado nos desejos
sendo um contigo
sejas meu abrigo
que tua fébre
seja apenas o primeiro
sintoma
do amor se enflamando
chamas ardentes
labaredas
linguas de fogo
queimando a peixão
paixão
que não larga
somente estrassalha
assim que o dia nasceu
repleto de ouro no horizonte
me lembrei dos abraços teus
alí na floresta, minha chama
um fogo ardente tragado
entre dedos
fumando meu amor
como se eu fosse
o cigarro mais perfeito
entre beijos e delírios
numa fumaça
contagiante
súbta do teu olhar
olhar ofegante
surpreso
cheio de magia
e curiosidades infindas
eis que ainda
antes de me fumares por inteiro
voarei em teu seio
cheio de paixão premeditada
contida no riso branco
desse arco-íres
que são teus olhos
desejáveis
feliz por você existir
me enchendo de felicidades
mordendo os lábios

nessa teu olhares sedutor
um olhar assim maravilhoso
olhares de um qerer bem
em plena meia noite
na mesma cama
a cantar pra mim dormir
paquerando contigo
risos de prazer
de menino
de menina
menina
encantado com a tua fala
paralizado nesse teu fitares encantador
enlaçado nos teus abraços
é que meu coração tanto mais quer
que sejas a rosa, em laços
dos teus anseios de mulher
me amarrando com teu amor
nesse sorriso encantador
mal querer, meu bem-me-quer
desvendando meus segredos
num bater asas, roubar-te mil beijos
dentre sonhos de quem me quer
ver livre, feliz canção
harmonia sensual do teu violão
nesse amanhecer enluarado
estrela guia, princesa,
meu lado esquerdo tem prá tí guardado
a felicidade, meus sonhos, meus anseios
que me perca nas tuas carícias, oh flora
nessa vida em laços com a dor
que seja ela mais sofrida
se for somente a do amor
a te seduzir,
por um instante te fazer sorrir
e sonhar
com o carinho perfeito
ue vem dos olhos teus
nas felicidades do sorriso
contidos no amor de zeus
deus dos gregos
menino
que sertamente
por tí, de amores morreu
oh afrodita
deusa do amor
seja eu teu zeus
teu eterno sedutor
se um dia morrer de amores
seja nos braços teus
e não na guerra
besterias de zeus
mas por tua causa floresceu
sim
por tua causa
ainda andei pensando
que o mundo se acabaria
quando terminei me matando
de amores, não entendia



se não fosse por tua causa
por causa de quem seria ?
se o beija-flor não poder te beijar
iria ele mesmo assim respirar

os ares dessa louca paixão?
ou morreria sendento, agunstiado
asas cortadas na escuridão?

E se ganhei asas, oh flor purpurina
é porque a arte do amares me ensina
sejas somente tu, quem me alucina
com teu néctar de insaciável, de menina

me embebecendo do teu mais louco prazer
me ensinando as maravilhas do viver
e se for,... de amores possível morrer


sejas minha perdição, minha cruz, minha sina.

sergio, beija-flor-poeta

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sonhos de um beija flor

beijar a tua flor
viver do teu amor
ser feliz aonde for

feliz natal
feliz ano novo minha musa
e muito obrigado pela inspiração

com carinho

milhões de beijos
do seu beija-flor-poeta

terça-feira, 23 de dezembro de 2008














construção

a poesia nascida do teu sublime amor
pétalas nas mãos, coberta de flor
cólo suave e de purpurar em plena dor
do amares, minha menina, e se for

aquela tua mais semblante melodia
acalentando a saudade que outro dia
quisera em meu peito fazer moradia
trazes nas mão a rosa, minha alegria

não, ... não sonhes somente, princesa !
que minha outra metade, oh amor, sejas
aquela que de carinhos e paixão enseja

estar dentro do meu único e verdadeiro amar
deleitando de tuas ondas, violão a me beijar
preso nas notas musicais do teu meigo sussurrar.

Sergio, beija-flor-poeta















morrer de amores


abafos de um a panela fervendo
a todo vapor, amor e paixão cozendo
como fossem pedras lunáticas
os corações humanos, celefáticas

memórias de um querer metáficas
e ainda se tenta sobreviver a estática
da panela fervendo, empática
com o quê duma sedução asmática

num eterno esperar que chegue ao fim
que voltes correndo para junto de mim
e me apego ao sofrer, que sai de vez enfim

pois tenho uma vida, um sonho-realidade
que exploda a pressão da panela, por caridade
se te amo, vou te buscar, minha doce verdade.

Sergio, beija-flor-poeta

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

A surpresa





















Caminhando displicente
numa estrada da vida
Sozinho ou com muita gente
quem sente a vinda e a partida?

A surpresa que se sente
na ânsia da espera sofrida
pela vida mais garrida,
num segundo mais contente

Só abraço tanto sofrer
porque preciso esperar
o que tens a me dizer

em tempos a lhe dedicar,
Num desses amanhecer,
quando a surpresa chegar


BSB-DF

O poeta















Num dia,
quando eu sair,
talvez pensarás
que sou este ou aquele
Se olhares corn atenção,
verás que sou eu mesmo:
louco,
chato,
ignorante que fui,
inteligente que sou
Não me preocupa
que me vires a face
ou zombes do meu pranto
Apenas saiba
que sou eterno amigo
Somente receio em voltares
o teu riso a mim,
abrires os braços
e eu não esteja mais
no mesmo lugar de antes
Num dia,
quando eu sair por aí,
não ria,
eu posso ser este
ou aquele
e não mais eu mesmo
Contudo,
também sou amigo
de pessoas estranhas
E se olhares com atenção,
verás que o meu lugar
já está vazio

BSB-DF

A fé


















Distorcida
na ida
do teu sentido,
que havia
ido
perdido,
por vias
Concreta,
Reta e
Fundamental
na partida,
somente vivida
na vida mental,
real
da vinda.

BSB, DF

Rio do morro



















Já anoiteceu no carioca
Bom para os dois lados da janela
Do outro lado,
o que é o de fora,
bate a vida que o espirito vela
Dos dois lados é que o amor se enflora,
dezoito horas é que o morro reza
Fé e esperança,
luta e vitória
Lá embaixo tem automóveis,
Acidentes, cachorros latindo e o
mórbido dezespero do morro
Grito em socorro: "A farda vem vindo!"
Atento aos seus gritos,
Jesus Cristo, socorreu-lhe
com amor e esforço,
transformando toda a dor em riso



Rio de Janeiro

O escravo















Eu tentei fingir
o que, na verdade, era real:
meu corpo de negro, dolorido,
jogado num canto qualquer da senzala
Todos sairam para a plantação de cana
O jagunço chefe sentiu minha falta
e voltou eufórico
Ele era urn homem até simpático,
Minha cor,
olhos negros e
meu cabelo
Fiz força para levantar
cai antes de chegar à porta
Já me arrastava ao local
aonde os animais vinham beber
Tudo o que me recordo
é que ainda molhei a face
e acordei
no momento que via os meus irmãos
ao meu redor...
As correntes grandes
davam voltas em um tronco de madeira
e vinham terminar nos meus pés e braços
Foi quando alguem abriu a porta
e veio na minha direção
corn passadas lentas, porém
demonstravam raiva...
Ao perceberem que eram observados,
todos voltaram para a senzala fria, cheirando mal
Aquele homem se aproximou,
disse palavras revoltadas
e pegou o chicote na mão esquerda
No momento pude ver seu olhar de ódio
e compaixão ao mesmo tempo
que pronunciava palavrões
Eu apanhei como nunca apanhara na vida
Até que meu corpo, quase desfalecido,
ficou levantado apenas pelas correntes
nos braços Assim foi a minha noite
O corpo sangrando
e eu sem poder fazer nada
A minha alma se enchia de ódio

Momentos depois veio a conformidade
na espera de um dia encontrar a liberdade
e ser pelo menos o dono do filho
daquele que me escravisou
Não para fazer o mesmo
e sim, para que sentisse
o que significa ser escravo
Conturbado, ergui a voz
e gritei de tal modo
que todos da senzala e da casa central
vieram para a porta,
cantaram o nosso canto de guerra e de paz
A guerra porque entendemos
que o sangue de muitos
traria a paz para outros
aproveitarem da liberdade conquistada
O sol já saia lá nas montanhas
E a noite fora fria
Eu caí sem noção de tempo
Quando retornei ao meu corpo,
estava algemado por duas correntes
que saiam da parede
a altura da cabeça
Uma prendia meu pescoço,
a outra acorrentava meus bracos
Eu não era um negro fraco,
mas não era novidade existir urn negro
sem fisico, exuberância, vigor, saúde,força!
Meus cabelos enrolados, uma barba ruim
e uma cor preta-azulada
O chefe dos jagunpos abriu a porta
e entrou, livrou-me das correntes
e, em silencio, saiu
Sentei perto de urn balde
e lavei meu corpo
Quando meus irmãos chegaram,
já adormecera
Amanheci dolorido, mas bem melhor
Cinco dias após
fomos para o cultivo da cana,
o sol ardia na pele
O cansaço tomava conta de todos
que em meio às chicotadas
trabalhavam até o sol cair no horizonte
Durante o caminho de volta
era um martírio muito grande:
tinhamos de arrastar aquelas correntes
que nos obrigavam a andar enfileirados
Além das mãos,
de pescoço a pescoço uma corrente enorme
feria o ombro
Não podíamos conversar,
nem mesmo virar ao lado
A trajetória até a prisão
tinha de ser silenciosa,
ou todos seriamos torturados
tavez até a morte, se por ventura
não suportassemos as chicotadas
Aqueles chicotes cortavam a alma,
muito mais que o corpo
já totalmente cicatrizado e duro
Depois de tanto sofrer,
parecia que algo mudava:
as rebeliões começaram
e muitos negros fugiam
para formarem uma colônia
liberta do sistema
Uma vez eu consegui chegar
no mais alto e escondido
lugar onde todos se rebelaram
Confesso que nunca havia visto ódio,
dor e vontade de vingança
transformados em festa,
alegria e compaixão
Gritos de liberdade
e cantos de louvação
O mais interessante
é que os brancos sempre pensavam
que não tínhamos urn Deus. Enganaram-se,
pois o nosso Deus nunca foi racista
e sempre nos vê com igualdade,
uma vez que somos um povo,
uma raça de uma única cor
Foi por isso que nos trouxe a paz,
a liberdade
Eu revivi o meu tempo
que era lindo,
quando brincava
e fazia tudo o que me era direito
Eu, com meus 45 anos,
voltava a ser criança outra vez,
dançando ao redor
da imensa fogueira
Ficavámos felizes
Um dia desses me deu na telha,
uma vontade de ver
toda minha raça liberta
Este foi o motivo
que me trouxe de volta para a senzala
Fui flagelado, quase morri
Foram noites e noites
sem poder comer, nem dormir direito
Cada dia que se passava,
o sofrimento crescia mais e mais
Já corria o boato da abolição da escravatura
Era tarde, eu pensei
Os donos de terras mataram quase todos:
as crianças, os jovens
Poucos foram os velhos que resistiram
ao caos de ficarem aprisionados
e sem comida
Ninguem quis ir para o cultivo da cana
Ficavam soltos para trabalhar
Triplicaram o número de correntes
E os capangas faziam cerca ao nosso redor
Senti-me um bicho acuado, um passarinho sem asas,
um instrumento sem som Apanhávamos o tempo inteiro
até entrarmos no portão da senzala
Não comíamos, aproveitávamos as sobras
que eram lançadas aos animais
Zombavam de nossa face,
enquanto que a revolta crescia mais e mais,
a cada dia
Muitos eram os comentários que se ouvia
dos nossos donos
quando falavam das fugas
para o Quilombo dos Palmares
Quando viram que não havia mais saida,
decidiram fazer uma lei
que nos libertou
Na verdade, a pressão foi tanta
que a lei foi de contra gosto, mas
a única alternativa
que eles encontraram para evitarem algo pior a si mesmos
Tanto é que a lei não beneficiou
a nós escravos, mas
nos mandaram embora, para não terem custos
Assim é que ficamos sem quaisquer direitos
A perseguição foi tanta...
Não tinhamos trabalho, nem direito de votar,
pois formavamos uma classe hiper baixa
Mas sempre fomos nos quern sustentou as
Importações
e fartamos de alimentos a mesa do pais
E o que nos cabe?
Nada!
Ainda somos menorizados,
uma vez que eles continuam fazendo as leis
e furtando a nossa liberdade,
de tal modo que nos transformaram
em escravos civilizados
e racistas conosco mesmos Heróis, heróis!
Nós não precisanos deles
O que queremos e nossa liberdade de pensamento,
trabalho justo
Vocês dizem que
os direitos de cada qual termina
onde os de outrem começa
E como urn pedaço de terra:
o teu termina onde o meu começa
Na verdade,
nem sei onde colocar o pé,
porque tu invadistes estas terras
e me julgas
e me fazes um escravo social
Outro dia andava eu nas ruas
de uma cidade grande
e tu fostes ao outro lado,
temendo ser roubado por mim
Por fim, quem te assaltou
foi urn jovem parecido contigo, da tua cor,
de cabelos lisos
Eu só quero te alertar
e que nós continuamos aqui
e se nós vencermos,
finalmente haverá paz,
pois tudo o que eu quero e viver


BSF-DF

sonoridade de féu


















curvas perfeitas das ondas de areia
salgada nos braços de um mar infinito
se perdendo na vista encantada de cereia
me encantando, salvando do perigo

quando nas profundezas oceânicas perdido
entre um navegares e um galopares faceira
fazendo-me de teu seio meu doce abrigo
meu sol da meia noite, meu dia; lua cheia

de sonoridade feminina, sina do meu belo sofrer
preso ao teus laços de fita, é que me ensinas
que a dor do amares é que faz mais prazer

quando nas ondas sonoras de amor, menina
me cobrindo com tua pétala, oh rosa do querer
o mal-me-quer somente reinicia a paixão infinda

Sergio, beija-flor-poeta

domingo, 21 de dezembro de 2008

Viviane















que a vida não se engane
seja ela uma flor
nascida mais feliz e contente

fruto de vida, eterno amor
a mais pura e viva semente
sol da meia noite, luz divina

que tua beleza se inflame
chamá-la-ia de rosa
pois sua beleza se enflora
não há mais belo que viviane

e se a lua confundir a noite com o dia
sejas ainda assim de festa, alegria
teu mais meigo e doce amar

viva o sonho, tambem as fantasias
sejas feliz no mais sublime cantar
por seres o que és, já és pura magia.

Sergio, beija-flor-poeta
No dia do seu aniversário

vem me ver


















afogado no mar da saudade
sinto uma sede enome de tí
e me sacio de tua fertilidade
néctar do amor, eterno florir

de um beija-flor, tua verdade
é beber teu prazer, vê-la sorrir
louca, sussuros, ansiedade
de um dia te amar e ser feliz

se é para me afogar de desejos
que seja nos braços teus
se é pra morrer de beijos

que sejam simplesmente aqueles
oh afrodite, minha musa, amor, meu
beijo na tua retina e a vida floresceu.

Sergio, beija-flor-poeta

cascatas do iguaçú















essa selva de pedra
me chamando para amar
são teus lábios menina-fera
em teu seio hei de pousar

numa mais linda quimera
quando dentro de tí voar
linda rosa na minha primavera
e quero teu perfume, teu néctares

mel e féu me saciando, enlouquecendo
e aos poucos me enfeitiçando
quanto mais de tí me embebecendo

sejam as dores do teu botão me amando
eu, beija-flor em tí voando e teu licor bebendo
tu, carinhosamente ao amor se entrgando

sergio, beija-flor-poeta

Natal feliz














a felicidade é a tragédia da desgraça
que anda meia vestida, meia descalça
na escuridão do dia, noite devassa

pensamentos contrários, opostos a Deus
que sejas feliz, e morra nos abraços meus
noite natalina, filha de um relógio, Zeus
que num instante incrédulo se perdeu

nos caracóis de Cleópatra, Afrodite, Venus
o feliz natal não era apenas de ateneu
mas de um ser gótico, mais que pleno
que um dia neste mundo de amores nasceu

e fostes batizado Jesus, meu amigo
que mesmo na cruz, sangrado e aflito
seu feliz natal um dia por amor viveu.


Sergio, beija-flor - poeta

violeta-me


















e me olhas assim, meio avioletada
como fosse pousar em tí, minha amáda
e me desfrutar do teu reluzir, esmeralda
ametista, brilhante, donzela discalça

violetando a minha vida de beija-flor
florescendo no meu jardim de amor
suportando dessa vida, da paixão a dor

de entre sonhos estares florida
no mais lindo jardim da vida
sejas minha rosa preferida

violeta de púrpura cor, se for
de felicidade, que chores, então
que me alimentes de tí, oh querida

e sejas minha única e real questão
de ainda suspirar, viver-te oh margarida
és a verdadeira violeta, minha musa-inspiração.

sergio, beija-flor-poeta

fuga de um beija-flor
















delírios de um beija-flor, vida feliz,
acariciando num beijares tua formosa flor.
paixão: veracidade que eu sempre quis,
nas asas do tempo, pousar no teu amor:


a cada pétala viver teu seio a sorrir.
oh, minha doce amáda, livre da dor...,
eis que em teus sonhos ainda estou.

que nossa canção nunca chegue ao fim,
sempre afinada aos acordes do teu violão,
cheio de linhas, cheio de ondas, meu marfim.

ainda vôo na noite, nessa louca escuridão
buscando teu precioso néctar somente para mim,
e me delirar contigo, tu: meu sim e ... meu não!

Sergio, beija-flor-poeta


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